Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Bento Gonçalves, 05 de Abril de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: DISCIPLINA
Tipo de Disciplina:
Forma de Participação:
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PROPRIEDADE INTELECTUAL E TRANSFERÊNCIA TECNOLÓGICA PARA A INOVAÇÃO (PORTO ALEGRE) (11.01.06.17.02)
Curso: MESTRADO PROF EM PROP INTELECTUAL E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA P/ INOVAÇÃO/PROFNIT-POA - Porto Alegre
Código: POA-NIT018
Nome: AMBIENTES DE INOVAÇÃO E SUAS INTERAÇÕES SISTÊMICAS
Carga Horária Teórica: 45 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 45 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Quantidade de Avaliações: 2
Ementa/Descrição: Uso da propriedade intelectual e da transferência de tecnologia em ambientes de inovação. Constituição e gestão de empresas juniores, pré-incubadoras, incubadoras de empresas, parques e polos tecnológicos, cooperativas e empreendimentos solidários e outras ações voltadas para a identificação, aproveitamento de novas oportunidades e recursos de maneira inovadora, com foco na criação de empregos e negócios, estimulando a pró-atividade.
Referências: ALBUQUERQUE, E. M. Patentes e Atividades Inovativas: uma avaliação preliminar do caso brasileiro. In VIOTTI, E. B. ; MACEDO, M. M. Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil. Campinas: Editora da Unicamp, 2003 (Capítulo 7 pp 331-76). BRITO CRUZ, C. H. e PACHECO, C. A. (2004) Conhecimento e Inovação: desafios do Brasil no século XXI. Mimeo, http://www.inovacao.unicamp.br/report/inte-pacheco-brito.pdf BROOKS, H. (1986) National Science Policy and Technological Innovation. In Landau, R. ; Rosenberg, N. The Positive Sum Strategy. National Academy Press, Washington, D.C. Foresight 2020 -Economic, Industry and corporate trends The Economist Intelligence Unit, 2006. GREGERSEN, B. e JOHNSON, B. Learning economies, innovation systems and european integration.Regional Studies, v. 31.5, 1997, p. 479-490. Guedes M. e Fórmica, P. (org); A Economia dos Parques Tecnológicos; ANPROTEC,1997. HASENCLEVER, L. e TIGRE, P. Estratégias de inovação. In. KUPFER, D. e HASENCLEVER, L. (orgs.) Economia industrial: fundamentos teóricos e práticas no Brasil. Campus, 2002. HERRERA, A. (1995) Los determinantes sociales de la política científica en América Latina. Política científica explicita y política implícita. LALL, S. (2002) Globalização e Desenvolvimento. In: CASTRO, A.C. (org.) BNDES Desenvolvimento em Debate Novos Rumos do Desenvolvimento no Mundo, Mauad, Rio de Janeiro, pp. 105-130. LANDES, D.S. (1994) Prometeu Desacorrentado, Ed. Nova Fronteira, capítulo Falta de Ar e Recuperando o Fôlego. Cap. 5, p. 351-383. OCDE. National systems for financing innovation. Paris: OCDE, 1995, 120 p. Paladino, G.G. e Medeiros, L.A (ORG); Parques Tecnológicos e Meio Urbano, ANPROTEC/SEBRAE, 1997 QUEIROZ, S e QUADROS, R. Inovação e desenvolvimento tecnológico nas empresas brasileiras. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) / Instituto de Geociências (IG) / Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT). Campinas, 2005 (mimeo). QUÍMICOS EMPREENDEDORES; Maria H. Araújo et alli, Quim. Nova, Vol. 28, Suplemento, S18-S25, 2005 REDES, Buenos Aires, n.5, v.2, dezembro 1995, pp. 117-131.

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