EXPLORAR ENQUANTO DIREITO DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SUA POTÊNCIA NA(S) EXPERIÊNCIA(S) EDUCATIVA(S)
Formação continuada de professores. Educação Infantil. Experiências educativas. Explorar.
Este artigo é parte dos resultados da pesquisa vinculada ao Programa de Pós-Graduação
em Educação Básica, desenvolvida no curso de Mestrado Profissional em Educação Básica, pelo
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – Campus Farroupilha, na
linha de Formação de Professores, Currículos e Práticas Pedagógicas na Educação Básica. O
trabalho tem como temática a exploração enquanto direito de aprendizagem e desenvolvimento na
Educação Infantil e sua potência na(s) experiência(s) educativa(s). Tem-se como objetivo investigar
de que modo a formação de professoras atuantes na Educação Infantil pode impulsionar o explorar
enquanto direito de aprendizagem e desenvolvimento para potencializar as experiências educativas.
Para atingir o objetivo, faz-se inicialmente uma Revisão Sistemática de Literatura, a fim de identificar
e mapear trabalhos encontrados na literatura acadêmica existente sobre a temática. A pesquisa é de
cunho qualitativo, visando buscar uma análise mais objetiva e profunda do estudo em questão. Além
disso, faz-se o aporte a partir da pesquisa (de)formação, que é uma ferramenta de produção de
dados, a qual se concentra na formação e participação. Portanto esse tipo de investigação se
constitui ao construir-se locada em um tempo/espaço de experiências de formação para os
envolvidos no desenvolvimento do trabalho. Como desdobramento da pesquisa, é proposto o produto
educacional, que foi dividido em dois momentos. Em seu primeiro momento, a Formação de
Professoras Exploradoras, que se refere a uma formação continuada de professores. No segundo
momento, produziu-se o livro digital “Guia para pequenos grandes exploradores: inspirações para o
trabalho docente na Educação Infantil”, escrito de forma colaborativa. Os resultados apontam que,
quando o direito de explorar é reconhecido como princípio educativo, os espaços, tempos e
interações ganham novos significados, contribuindo para o desenvolvimento integral das crianças e
para a construção de aprendizagens mais significativas e experenciais.